Foto: Reprodução

Morre Silvio Ferrari, ator de “Roque Santeiro” e “Pantanal”; despedida será neste domingo (18)

O ator Silvio Ferrari morreu na sexta-feira (16). Conhecido do grande público por trabalhos em novelas como “Roque Santeiro” (1985), “Pantanal” (1990) e o remake de “Pecado Capital” (1998), ele teve a morte lamentada por colegas e por entidades do setor cultural nas redes sociais.

A Associação dos Produtores de Teatro (APTR) publicou uma nota de pesar neste sábado (17), destacando a contribuição de Ferrari para o teatro e o audiovisual brasileiros e lembrando sua trajetória em montagens que passaram por diferentes registros, de musicais a comédias. Entre os títulos citados pela entidade aparecem “Rádio Nacional”, “O Abre Alas”, “O Dia em que Raptaram o Papa” e “Marlene, as Pernas do Século”, além de outras produções. Na televisão, a APTR recordou personagens como Helinho, em “Roque Santeiro”, e Rubem, na primeira versão de “Pantanal”.

A causa da morte e a idade do ator não foram informadas. Segundo a APTR, o velório está previsto para começar às 13h30 e a cremação para as 16h30 deste domingo (18), no Crematório e Cemitério Vertical da Penitência, no Caju, no Rio de Janeiro.

Nos comentários da publicação, artistas reagiram à notícia e prestaram homenagens. Mônica Martelli escreveu que ficou triste com a partida e enviou condolências a amigos e familiares. Ítala Nandi também lamentou, dizendo que “mais uma luz” se apagava. Mallu Vale descreveu Ferrari como “um querido”. Bia Montez ressaltou o bom humor do ator e lembrou a presença dele em musicais, mencionando a voz grave que marcava suas atuações.

Outros colegas também evocaram memórias pessoais. Fafy Siqueira recordou que contracenou com ele na primeira peça de sua carreira e o descreveu como elegante. O ator e roteirista Marcelo Saback escreveu sobre a amizade e as lembranças de “cantoria e diversão”, chamando o dia de triste. Kiko Mascarenhas destacou a gentileza do colega e afirmou que ele era “amado por todos” que o conheceram, além de mencionar uma “voz inesquecível”.

Silvio Ferrari se despede deixando um percurso reconhecido nos palcos e na televisão, lembrado por quem trabalhou ao seu lado como um artista de presença afetuosa, humor constante e uma voz que atravessava cena e plateia.

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